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sábado, 17 de janeiro de 2015

Aprenda um método simples para economizar dinheiro sem ter que ganhar mais



Quando o assunto envolve dinheiro, não adianta negar: todo mundo se interessa. Com o Ano Novo batendo à porta, muitas pessoas aproveitaram o clima esperançoso da data para fazer uma listinha de metas para 2015. Se você fez a sua, conte para a gente: economizar faz parte do plano?

Ainda que sua resposta à pergunta acima tenha sido afirmativa, o fato é que poupar dinheiro não é uma tarefa muito fácil, especialmente se o orçamento não permite. O início de cada mês traz consigo um mundaréu de contas: aluguel, condomínio, telefone, internet, academia, faculdade, parcela do carro novo e por aí vai. É realmente complicado pensar em guardar dinheiro quando a matemática parece ir contra os seus planos.
Se você quer mudar essa situação sem precisar trabalhar em dobro ou deixar de pagar as contas, que tal tentar uma nova tática de economia? O Life Hacker sugere que façamos o “desafio do um por cento”, que, ao que tudo indica, é a melhor maneira de fazer uma poupança sem precisar ganhar mais ou gastar muito menos.

Como assim? É bruxaria?


É provável que você tenha crescido com a ideia de que o ideal é poupar pelo menos 10% de seu salário – se isso for possível, ótimo. O problema é que 10% de pouco é muito, na maioria dos casos, e aquela pessoa que não tem um salário muito alto acaba deixando de fazer qualquer tipo de economia.
De acordo com o Afford Anything, as pessoas têm o costume de acreditarem que não ganham o suficiente para fazer uma poupança. Quando estamos diante de um desafio econômico, tendemos a arrumar dinheiro vendendo coisas ou achando um emprego extra. A verdade é que na hora do aperto a gente sempre dá um jeito.

A fórmula mágica


Você já pensou, então, o quão incrível seria resolver problemas financeiros sem stress? Já imaginou não precisar vender seus bens ou recorrer a empréstimos com juros elevados? A maioria das pessoas se desculpa dizendo que usa cada centavo de seu salário todos os meses. A verdade, porém, é que dificilmente suas contas somam o valor exato de seu salário.
Se economizar 10% da sua renda total é muito, que tal tentar salvar 1% do valor que você recebe mensalmente por trabalhar? Se seu salário é de R$ 2 mil, comece guardando R$ 20 no primeiro mês. No segundo mês, faça uma economia de 2% do seu salário. E, mês a mês, aumente um pouco o valor dessa quantia. Surpreendentemente, você vai perceber que pode salvar muito mais do que imaginava.
A gente sabe que isso parece sermão de professor de matemática, mas a verdade é que, se você acha que não consegue economizar 10% da sua renda assim de cara, comece com esse desafio. Pode parecer bobo guardar R$ 20 na poupança, mas é uma forma de, aos poucos, você entender que pode, sim, economizar e que, provavelmente, seu salário não está totalmente comprometido, como você acreditava. E aí, você acha que vale a pena tentar?

sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

Segundo a ciência, o dinheiro pode trazer a felicidade sim!



Você já deve ter ouvido milhares de vezes que “o dinheiro não traz a felicidade”, não é mesmo? Pois, de acordo com S. Grant do portal The Knowledge Nuts, estudos científicos parecem apontar que essa história não é bem assim não, sugerindo que ter uma carteira bem recheada pode ser bastante útil na hora de custear as nossas alegrias.
Segundo Grant, embora não sejamos capazes de comprar toda a felicidade do mundo, o dinheiro permite que possamos pagar por alguma felicidade sim, especialmente se investirmos a nossa grana em itens que, comprovadamente, nos trazem satisfação. E, segundo a ciência, para a maioria das pessoas, a satisfação não é conquistada através de objetos, mas sim de experiências.

Coisas x experiências


Você acha uma maluquice pensar que um item palpável — como um carrão, por exemplo — nos faz menos felizes do que uma memória? Afinal, um veículo, além de oferecer mais valor pessoal do que, digamos, uma viagem de férias, tem funcionalidade muito mais duradoura do que a mera memória de um passeio.
No entanto, a verdade é que a excitação de ter um carro novo — ou qualquer outro objeto — acaba desaparecendo gradualmente, já que “coisas” vão se tornando ordinárias depois de muita exposição e, eventualmente, acabam ficando... Velhas. As experiências, por outro lado, nos proporcionam mais prazer porque nós sabemos que elas, embora sejam apenas temporárias, vão deixar lembranças que ficarão conosco para sempre.

A grama do vizinho é sempre mais verde


De acordo com Grant, outra razão de as experiências serem mais satisfatórias do que a obtenção de objetos físicos é o fato de sermos menos propensos a comparar o valor de nossas vivências com as de outras pessoas. Isso não ocorre com as “coisas” que adquirimos, pois estamos constantemente mensurando as nossas posses com as dos outros.
E — lá no fundo — geralmente adquirimos objetos simplesmente para ter mais do que os demais, o que nunca é satisfatório, já que sempre encontraremos alguém com mais coisas do que a gente. Ao contrário, a nossa motivação para obter experiências é sempre mais “ingênua”, pois o foco normalmente está voltado apenas no nosso próprio divertimento.

Repertório de alegrias


Surpreendentemente, segundo Grant, esse papo de que as vivências são mais satisfatórias do que objetos vale inclusive para as experiências ruins, pois elas podem se transformar em memórias positivas com o tempo e virar grandes histórias! Você duvida? Então imagine esta situação: durante uma viagem desastrosa você perde o voo e fica em uma cidade estrangeira na qual não conhece ninguém.
Essa experiência desagradável pode se transformar em uma anedota fascinante sobre as pessoas que você conheceu ao longo do caminho, as desventuras que encarou e como você conseguiu se virar sozinho e embarcar de volta para casa. No fim, por pior que tenha sido a viagem, ao menos você terá uma excelente história para compartilhar com os amigos e, por que não, até com os seus netos!

Felicidade potencializada


Grant também menciona um estudo que apontou que a satisfação é ainda maior quando envolvemos outros indivíduos nas nossas experiências. Assim, mesmo quando embarcamos sozinhos em uma viagem, as pessoas que conhecemos enquanto estamos na fila do museu, sentadas ao nosso lado em um parque ou qualquer outro lugar também nos dão a oportunidade de nos conectarmos com outros seres humanos.
E, se estivermos viajando com alguém conhecido, então, essa é a oportunidade perfeita para que as nossas relações com esses indivíduos se tornem ainda mais profundas. Mas, se mesmo assim você ainda estiver disposto a comprar “coisas”, foque em itens ofereçam oportunidades para que você viva experiências e interaja com outras pessoas.




Segundo Grant, basicamente o contentamento é conquistado graças à combinação de experiências e relações interpessoais. Portanto, quanto mais pudermos empregar o nosso dinheiro para acumular novas experiências, mais próximos estaremos de — literalmente — comprar a felicidade.