terça-feira, 14 de outubro de 2014

Jovem quase perde namorada por causa do mau hálito

Gerente de banco com saúde bucal impecável supera o medo do dentista e muda os hábitos para combater a halitose

 

Higiene bucal impecável, com direito a fio dental, e mesmo assim problemas de mau hálito? Foi exatamente o que aconteceu com o gerente de banco, João Paulo. O rapaz foi colocado contra a parede pela namorada e teve que mudar seus hábitos e encarar a cadeira de um dentista, lugar que não visitava há mais de seis anos. 

“Sempre fui um cara muito chato com a higiene bucal. Escovo os dentes três vezes por dia, uso fio dental, escovo a língua e sempre tenho na minha pasta um enxaguante bucal. Quando era pequeno, usei aparelho por anos para endireitar os dentes. Tudo como manda o figurino”, brinca. 
Porém, foi exatamente esse tratamento odontológico que fez na infância que gerou a fixação pela limpeza dos dentes e o bloqueio com dentista. João se lembra com pesar da época que usou aparelho e por isso, prometeu a si mesmo que nunca mais ia ter problemas bucais. “Eu achava que tendo uma higiene bucal impecável estaria livre de ter que ir ao dentista. Para mim, dentista servia para tratar problemas nos dentes, coisa que eu não tinha mais”, diz João. 
O alerta da namorada
O primeiro indício da halitose de João veio com uma reclamação de Mariana, sua namorada. “Quando ela disse que eu estava com mau hálito achei que era brincadeira. E até ela achou estranho porque sabe como sou chato com isso”, diz João. Mas as reclamações persistiram e as brigas começaram a acontecer. 
Por mais que achasse estranho, Mariana não podia negar o cheiro que estava sentindo e passou a evitar beijar o namorado e conversar muito perto, coisas que não agravam João. “Como eu não sentia cheiro ruim nenhum comecei a achar que ela estava querendo terminar e estava inventando desculpas”, diz o jovem.
“A maioria das pessoas não sabem que tem o problema, por conta da fadiga olfativa. Como sentem o cheiro o tempo todo, o cérebro acaba se acostumando com o odor”, diz Alênio Calil Mathias, vice-presidente da SOBREHALI (Sociedade Brasileira de Estudos da Halitose).
Após pesquisas na internet e muita insistência, Mariana conseguiu convencer João a procurar um especialista. “Ela veio dizer que podia ser estresse e me forçou a procurar um especialista para o bem do nosso namoro. Mesmo contrariado, acabei cedendo e não foi tão ruim como eu imaginava”, diz o rapaz. 
Onde estava o problema
O estresse causa uma redução na produção de saliva, pois a atividade das glândulas salivares depende, entre outros fatores, do equilíbrio do Sistema Nervoso Central, que fica instável em situações de nervosismo. “A salivação baixa faz a limpeza natural da boca ficar precária e aumenta a formação da saburra lingual, camada esbranquiçada que se fixa na língua e acumula bactérias e células mortas que produzem gases mal cheirosos”, diz Alenio.
No dentista, João descobriu que estava cometendo alguns erros típicos de pessoas que desenvolvem o mau hálito: andava muito estressado com o novo cargo, comendo mal e fazendo intervalos muito grandes entre as refeições. “Ficar muito tempo em jejum causa a queda de açúcar no sangue e o organismo começa a queimar gordura. Essa queima libera um odor extremamente desagradável, contribuindo para o mau hálito”, diz Alênio. 
Agora além de as brigas com a namorada terem acabado, João também mudou alguns hábitos. “Voltei a jogar futebol com os amigos para descarregar meu estresse e me divertir. E não saio de casa sem algumas barrinhas de cereais ou alguma fruta”. E não foi só isso: “Aproveitei e fiz um check up nos dentes e uma limpeza na boca. E prometi para a Mariana que visitarei o dentista pelo menos uma vez por ano para que outros problemas possam ser diagnosticados mais cedo”, diz João.  

 

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Cientistas afirmam que orgasmo vaginal e ponto G não existem


Segundo pesquisa, o clitóris é o grande responsável pelo prazer feminino 

 

 

RIO — Por anos, as mulheres consumiram manuais e artigos que a diziam como encontrar o ponto G. Agora, porém, elas podem declarar as buscas encerradas: de acordo com um artigo do “Journal of Sexual Medicine ”, tal ponto da anatomia jamais existiu. Os cientistas ainda vão além: segundo eles, também não existiriam orgasmos vaginais. Ao invés disso, o clitóris seria o grande responsável pelo prazer feminino, assim como os pequenos lábios.De acordo com o sexologista Vincenzo Puppo, co-autor do artigo, a pesquisa prova que, em uma relação heterossexual, a ejaculação não deve significar o fim do sexo para o casal.
“Carícias e beijos podem continuar quase indefinidamente, e sexo sem coito após a ejaculação pode ser usado para gerar um orgasmo na mulher”, contou o pesquisador ao “Daily Mail”.
A quase exclusividade do clitóris na hora de gerar prazer também explica a grande dificuldade que algumas mulheres têm em gozar. Nesses casos, é possível que o clitóris seja menor e mais afastado da vagina, o que dificultaria o estímulo durante a penetração. Segundo os pesquisadores, apesar do orgasmo depender de variantes complexas, o tamanho e a localização do clitóris são determinantes na equação.
Para chegar a
tal conclusão, o estudo conduziu ressonâncias magnéticas da cavidade pélvica de 30 mulheres de 32 anos. Dez delas diziam ter dificuldade em atingir um orgasmo, enquanto as restantes não relatavam queixas em relação ao sexo. Os cientistas esperam, com as novas descobertas, serem capazes de ajudar mulheres que sofrem de anorgasmia, disfunção sexual que impede o prazer sexual seja por fatores orgânicos ou psicossociais.

terça-feira, 7 de outubro de 2014

Roer a unha pode entortar dentes mesmo depois do aparelho

Mesmo quando o tratamento acaba, é preciso visitar o ortodontista a cada três meses para que ele acompanhe o processo de estabilidade

 

Não tem nada mais frustrante para um paciente do que, depois de longos anos usando aparelho ortodôntico, ver seus dentes voltarem a ficar tortos. Porém, embora seja possível que isso aconteça, se o tratamento tiver um bom acabamento e a contenção ortodôntica for usada da maneira certa, a chance do sorriso desalinhar será muito pequena. 


A contenção é um dispositivo que ajuda a manter a posição final alcançada após o tratamento com o aparelho convencional. Afinal, não só os dentes, mas os lábios e a gengiva precisam de ajuda para se acostumarem com esse novo e definitivo formato do sorriso. 
Móveis ou fixas
Existem dois tipos de contenções.
As fixas, que são quase imperceptíveis e ficam localizadas atrás dos dentes superiores da frente ou dos inferiores de baixo e as móveis, popularmente conhecidas como “aparelhos móveis”. O modelo removível é o melhor quando se trata de higienização, tanto dos dentes como do dispositivo, pois é possível tirá-lo para comer e escovar os dentes. Porém, são mais perigosos, pois possibilitam que o paciente deixe de usá-los antes do tempo ideal, o que pode permitir a movimentação dos dentes.

 

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Garoto brasileiro não consegue parar de comer e, aos 3 anos, já pesa 70 kg



Um garoto de Cachoeiro do Itapemirim, no Espírito Santo, de apenas três anos e que já pesa 70 quilos tem chamado a atenção de todo o mundo. De acordo com os pais, Misael nasceu saudável pesando 2,9 kg, mas, a cada mês de sua vida, o bebê ganhava quase 3 kg e, pouco a pouco, chegou ao peso atual.
Médicos acreditam que Misael seja um portador da Síndrome de Prader-Willi, que é uma condição genética rara cujos sintomas maiores são a fome constante e o desejo contínuo de comer. Só para você ter ideia: crianças portadoras da síndrome chegam a comer até seis vezes mais do que crianças “normais”. E mesmo assim podem continuar a sentir fome.
Além da hipótese de ser um portador da síndrome, Misael tem disfunção na tireoide, o que também provoca aumento de peso. De acordo com os pais do garoto, os remédios que ele toma para controlar o problema já não estão fazendo mais efeito. Além disso, a família tem dificuldades para tirar o garoto de casa – devido ao sobrepeso, ele tem dificuldades para andar.

Além disso, o pai conta que, quando consegue sair com o filho de casa, as pessoas os param na rua, querendo fotos com o garoto e fazendo perguntas a respeito de seu peso. Todas essas dificuldades fizeram com que a família contratasse um taxista sempre que precisasse sair de casa com o garoto – o que geralmente ocorre só para levá-lo ao médico.
A síndrome que Misael pode ter – ele ainda vai passar por testes médicos para confirmar a suspeita – não provoca apenas muita fome e o ganho de peso. Portadores de Prader-Willi podem apresentar problemas de comportamento também – é o caso de Misael. Ainda não há cura para a síndrome, mas, uma vez identificada, é possível realizar tratamentos que melhorem os sintomas.
Portadores adultos de Prader-Willi correm o risco de desenvolver outras doenças causadas pela obesidade, como o diabetes e problemas cardíacos e respiratórios.

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Estudo confirma que não existem alimentos que possam causar dependência

Sabe aquela besteira que estraga qualquer dieta e que as pessoas sempre dão a desculpa de que não para de comer porque é viciado? Pois é, agora é melhor elas arrumarem outro argumento, já que, segundo um artigo publicado na revista Neuroscience&Biobehavior Reviews, não existem alimentos viciantes.
Os pesquisadores constataram que não existe nada que comprove que alimentos ricos em açúcar ou gordura, por exemplo, possam causar dependência em uma pessoa. Isso porque o cérebro não tem o mesmo comportamento com nutrientes da mesma forma como responde a drogas tipo a cocaína ou heroína.

Então, por que não conseguimos parar de comer certas coisas?

O que acontece realmente é que as pessoas desenvolvem uma compulsão psicológica por determinados ingredientes depois de comê-los e se sentirem bem. O cérebro associa aquele alimento ao prazer e a gente passa a querê-los sempre. O mesmo acontece com o vício do jogo ou do sexo, por exemplo.
Se os alimentos fossem realmente viciantes, o problema da obesidade seria impossível de ser resolvido. Em vez de jogar a culpa no chocolate, no refrigerante ou no pão, as pessoas precisam passar por uma reeducação alimentar e aprender que não existe nada que não possa ser cortado da alimentação.

Constatação dos pesquisadores

"As pessoas tentam encontrar explicações racionais para estar acima do peso e é fácil culpar os alimentos. Algumas pessoas têm uma relação do tipo viciante com determinados alimentos que elas podem comer em excesso, apesar de correr os riscos para a saúde", disse Dr. John Menzies, pesquisador da Universidade de Edimburgo (Escócia).
Ele ainda completa: "Mais caminhos para o tratamento podem se abrir se pensarmos sobre essa condição como um vício comportamental, em vez de um vício com base em substâncias".
Suzanne Dickson, professora na Universidade de Gotemburgo (Alemanha), acrescenta: "Houve um grande debate sobre se o açúcar é viciante. Atualmente, há muito pouca evidência para apoiar a ideia de que qualquer item, seja um ingrediente, comida, aditivo ou combinação de ingredientes, tenha propriedades que causam dependência".

terça-feira, 23 de setembro de 2014

Aprenda a fazer Paleta Mexicana Caseira




Atual queridinha do paladar nacional, a paleta mexicana tem formato generoso e pode ser encontrada nos mais diversos sabores em lojas especializadas. Quem aprecia o sorvete e deseja economizar dinheiro pode fazer uma versão caseira com a ajuda do canal Cozinha do Bom Gosto.
No vídeo abaixo, a apresentadora Gabriela Rossi apresenta o passo a passo da Paleta Mexicana de Morango com Leite Condensado, feito com a ajuda de copos descartáveis.

Assista:

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Diastema: dente separado é charme ou problema bucal?

Na infância os dentes separados não comprometem a saúde bucal na maioria dos casos, depois disso, precisa de tratamento 

 

Diastema, também conhecido como “dentes separados”,
é o espaço entre dois dentes (na maioria dos casos, nos dois superiores da frente) que algumas pessoas acham defeito estético e outras um verdadeiro charme.
 

O diastema, que na verdade pode ocorrer em qualquer lugar da arcada superior ou inferior, nem sempre é sinal de problemas com a saúde bucal. “Se o diastema for nos dois dentes da frente, geralmente não há problemas para a saúde bucal e a indicação do tratamento vai depender da necessidade estética ou do comprometimento da dicção”, diz Patrícia de Freitas, professora do Departamento de Dentística da Faculdade de Odontologia da USP.

Agora, se o diastema for nos dentes posteriores, que têm a função de mastigação, o problema deixa de ser estético e passa a ser perigoso para a saúde da boca. Isso porque o espaço entre os dentes vai servir de “esconderijo” de muitos restos alimentares, o que pode causar dor e inflamação da gengiva. “Se a inflamação persistir sem tratamento, pode ocorrer perda de osso ao redor do dente e ainda comprometer a permanência dele na arcada”, diz a especialista. 
Diastema e as fases da vida
Na infância, o diastema é bastante comum,
sendo presente em quase 80% das crianças. Nessa fase, os dentes separados não comprometem a estética e até dão uma certa graça ao sorriso dos pequeninos. “Além disso, a presença do diastema na dentição de leite ajuda positivamente o alinhamento espontâneo dos dentes frontais superiores permanentes durante a dentição mista”, diz Patrícia. Segundo a especialista, com o passar do tempo, esse diastema regride e fecha-se espontaneamente ao final da dentição mista.