segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

Ronca alto? Saiba se o seu está entre os mais graves

Especialista explica quais tipos de ronco precisam de mais cuidados, alguns podem causar até um AVC 


Quando Guilherme dos Santos viu sua esposa classificar seu ronco como um barulho de caminhão, o fotógrafo se sentiu extremamente constrangido e intrigado. “Me peguei pensando se todo ronco deveria ser assim ou se o meu estava alto demais e, por isso, poderia significar algo mais sério”. A dúvida de Guilherme é bem pertinente, pois o ronco mais barulhento é um dos três tipos que existem e é o mais perigoso. 

Após procurar ajuda, Guilherme percebeu que apresentava alguns dos hábitos ou características que podem ser a causa de um ronco tão alto e perigoso como o que sua esposa citou. “Sou homem, estou acima do peso, tenho bebido mais que o normal, durmo de barriga para cima e estou com 35 anos. Certamente terei que mudar algumas coisas para voltar a dar paz para a minha mulher a noite”, diz o fotógrafo. 
“Perder peso pode ser uma boa opção, embora nem sempre seja eficaz por não ser a única causa. Mas o paciente também pode tentar mudar a posição que costuma dormir, evitando ser com as costas para baixo (uma vez que observa-se que as apneias só acontecem nessa posição), diminuir a quantidade de álcool e tabaco, tratar possíveis renites alérgicas ou ainda usar um aparelho durante a noite que puxa a mandíbula e a base da língua para frente, aumentando o espaço aéreo na hipofaringe (parte baixa da faringe, atrás da língua)”, diz Leonardo Tribis, cirurgião-dentista do Hospital Albert Einstein. 
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Apneia e ronco
A apneia do sono é a obstrução das vias aéreas causada pela flacidez dos tecidos da garganta, o que impede a respiração por alguns segundos, várias vezes por noite. Eo ronco é a vibração dos tecidos da garganta quando o ar passa. Leonardo explica que a apneia do sono pode ser classificada de três formas: obstrutiva, central e mista. 
As obstrutivas, que podem ser o caso de Guilherme, são as mais barulhentas e perigosas. Causam muitas paradas respiratórias (apneias) por hora e é preciso fazer um esforço demasiado para conseguir respirar normalmente. As apneias centrais são as mais fracas e não apresentam esforços respiratórios durante a crise, produzem um “ronco mais baixo” ou até inexistente. As mistas, como o próprio nome diz, ocorrem quando os dois tipos de apneia podem ser percebidos durante uma noite de sono. 
De todas elas, são as obstrutivas graves que precisam de maior atenção, pois essas paradas respiratórias podem gerar verdadeiros engasgos e problemas muitos mais sérios para a saúde do paciente. “Elas podem ser um sinal de alerta para arritmias ou até mesmo desencadear acidente vascular cerebral (AVC) quando associadas a outros fatores como obesidade, sedentarismo, álcool, tabaco, entre outros”, diz o especialista. 


O único método de diagnóstico conhecido é a polissonografia, que mede o número total desses eventos de apneia por hora. Os resultados são analisados com base em uma escala que classifica a gravidade do caso. “Se a apneia acontece de 5 a 15 vezes por hora ela é considerada leve. De 15 a 30, moderada. E mais de 30 por hora é um caso mais grave”, diz Leonardo. 
Dentista e seu papel fundamental
A apneia é um problema multifatorial e tem como causa fatores anatômicos ou funcionais que, por algum motivo, comprometem a livre passagem de ar pela garganta durante o sono. E, por estar em contato o tempo todo com a cavidade bucal do paciente, o dentista é uma peça fundamental para reconhecer e até, em alguns casos, auxiliar no tratamento de problemas como garganta estreita, língua grande demais, amídalas e adenoides hipertrofiadas, etc. 
Entre outros fatores que predispõe o ronco estão o sexo (o ronco é duas vezes mais comum em homens), o aumento da idade (também é mais comum em pessoas com mais de 35 anos), o aumento do peso, alguns hábitos como o fumo, a consumo de drogas e álcool e ter uma circunferência do pescoço maior que 40 centímetros. 

 

domingo, 11 de janeiro de 2015

Sem tempo para organizar a casa? Priorize as tarefas







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Com a correria do dia é normal não termos tempo para fazer tudo o que precisamos na casa. São tantas tarefas que as vezes perdermos a noção de prioridade e fica tudo de pernas para o ar.
Que tal estipular algumas atividades que você consiga realizar no dia? Mesmo com pouco tempo é possível!
- Se você só tem 10 minutos: encontre um lugar para a bagunça! Se você não tem tempo para organizar tudo em seus devidos lugares, organize tudo em um único lugar. Se a louça está espalhada pela bancada, deixe tudo dentro da pia ou da máquina de lavar. Se a roupa está espalhada no quarto, coloque tudo dentro de um cesto para organizar quando tiver mais tempo. Ah e faça a cama!
- Se você tem 15 minutos: com esse tempo é possível organizar um pouco mais, mas para isso você precisa ter feito uma etapa anterior e organizado os produtos e utensílios de limpeza. Com isso ficará mais rápido procurar um pano para passar na mesa ou a vassoura para varrer a cozinha.
- Com meia hora: esse período é útil para realizar diversas tarefas. Além de todas essas citadas acima, ainda é possível tirar o lixo e fazer alguma comida simples, como uma salada ou uma massa que já tenha molho pronto.
O importante para ter sucesso nessas dicas é priorizar as atividades e focar. Caso contrário você ficará como uma barata tonta tentando organizar a casa.

Vantagens e desvantagens da depilação com luz pulsada

Aplicação de luz pulsada
Na busca pelo método de depilação mais eficaz e menos doloroso, a luz intensa pulsada aparece como alternativa para quem quer se livrar definitivamente dos pelos indesejáveis. A única advertência é escolher bem o profissional para evitar efeitos colaterais irreversíveis, como pelos finos que são impossíveis de eliminar, manchas e até cicatrizes. Se você ainda está na dúvida sobre a técnica ideal, conheça as vantagens e as desvantagens deste tratamento e os cuidados básicos para garantir um resultado satisfatório.

Assim como o laser, a luz pulsada é atraída pelo pigmento que dá cor ao pelo, liberando um calor localizado e super rápido que provoca a destruição parcial ou total do pelo. “Normalmente, o que ocorre é miniaturização do pelo após cada sessão, ou seja, ele fica tão fino que não é visível a olho nu. Quanto mais preto e grosso, maior a chance de ser destruído em poucas sessões. Já o pelo de cor intermediária requer múltiplas sessões”, explica a dermatologista Valéria Campos.

A principal vantagem do método, segundo a médica, é que este tipo de depilação pode ser definitivo se a pessoa não tiver nenhum desequilíbrio hormonal. “Ao contrário da fotodepilação, a depilação com luz intensa pulsada bem feita é definitiva. Porém, em algumas áreas sujeitas a alteração hormonal, novos pelos podem aparecer. Isso ocorre mais em mulheres e muito raramente em homens”, assegura.

Outro ponto positivo é que o aparelho é seguro e pode ser usado em qualquer região do corpo. Membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia, Valéria garante que a técnica é efetiva até em áreas onde foi feito transplante de cabelo. “Se o resultado não foi satisfatório, pode ser tratado. Lembrando que as áreas de pelos pretos e grossos, como virilha e barba masculina, respondem melhor”.

O custo-benefício também conta na hora de escolher este método. A média de cada sessão na axila é de R$ 200, mas o preço varia de acordo com a região do corpo. “Como a técnica é geralmente definitiva, a longo prazo se torna econômico, principalmente se levarmos em conta o tempo e o dinheiro que se gasta fazendo depilação (com cera, por exemplo)”, aponta a especialista, ao alertar: “desconfie de valores muito baixos”.

Na lista de benefícios, a dermatologista ressalta que os novos equipamentos disponíveis no mercado garantem um tratamento menos doloroso. “Quando comparado com os lasers, em geral, a luz intensa pulsada é menos dolorida. Além disso, há mecanismos para diminuir a dor como vento de ar frio, anestésicos e sucção. Porém é preciso atenção a aparelhos que não provocam dor, mas não foram feitos para remoção definitiva dos pelos, alguns foram projetados para serem usados em spas não médicos e até em casa”, observa.



Os aparelhos comercializados para depilação com luz pulsada em casa, os chamados home devices, não são indicados pela médica porque provocam apenas uma queda provisória de pelos, além de não terem óculos de proteção, o que pode causar problemas definitivos na visão. “Meus pacientes que usaram este tipo de equipamento ficaram com pelos finos e longos, que, infelizmente, são impossíveis de eliminar em caráter definitivo”.

Desvantagens
A luz intensa pulsada tem afinidade pela melanina, o pigmento que dá cor à pele. Isso significa que pessoas negras ou bronzeadas devem ser tratadas com muito cuidado e nem todos os equipamentos são adequados para as peles escuras. Outra desvantagem é que o método, assim como o laser, não é efetivo em pelos claros ou ruivos. “A pele bronzeada é mais difícil de tratar do que a pele morena. Já os pelos ruivos dificilmente são eliminados, neste caso, indico um teste para evitar decepções posteriores”, orienta Valéria.

Escolher uma boa clínica e um profissional experiente faz toda a diferença, já que a técnica pode provocar efeitos colaterais como manchas temporárias ou, raramente, cicatrizes definitivas. Outro problema frequente é o aumento dos pelos causados pelo uso de energias baixas. “Além de serem insuficientes para destruir o pelo, (a energia baixa) ainda estimula as células troncos presentes nos folículos pilosos. Isso provoca o aumento dos pelos nas áreas tratadas”, esclarece a especialista.

Segundo a médica, outro ponto negativo é o afinamento dos pelos que pode ocorrer se a descarga de energia for inadequada. “Quando tratado com doses adequadas, o pelo desaparece, mas se a energia é fraca, o pelo apenas afina. E quanto mais fino o pelo, mais difícil será a resposta (a técnicas como o laser ou a luz pulsada). Portanto, este tratamento inadequado impede que o pelo desapareça mesmo quando tratado com um método correto”.

Passo a passo
O primeiro passo para quem deseja se submeter ao tratamento é realizar uma avaliação médica para identificar quantas sessões serão necessárias. A média do número de sessões deve ficar próxima de cinco, segundo a dermatologista. É importante ficar atento às clinicas que oferecem pacotes muito baratos. “No final você tem de fazer inúmeras sessões e além de não resolver, pode até piorar”.

O tipo de aparelho – há equipamentos capazes de remover os pelos mais rapidamente – e o profissional podem interferir na periodicidade do tratamento. “Os mais experientes se sentem mais seguros em usar energias mais potentes”, afirma Valéria.

Para quem está disposto a investir na depilação com luz pulsada, a indicação da especialista é evitar o sol, quanto mais escura a pele, mais dolorido será, além de ser menos eficiente e ter mais riscos de queimaduras. “No período que antecede o procedimento, o filtro solar diário é indicado nas áreas expostas que vão ser tratadas por, no mínimo, 30 dias. Caso a pele esteja bronzeada, o uso de cremes clareadores pode ser benéfico”.

Antes do procedimento, o ideal é que a pessoa evite o sol na face durante os 30 dias anteriores, na perna, 45 dias antes. Após a sessão, a pele pode ser exposta depois de três dias, se não houver lesão. É importante ressaltar que as regiões onde o pelo é mais grosso e escuro podem ficar irritadas e vermelhas por alguns dias. Neste caso, a recomendação é sempre usar uma solução calmante no local. Pronto! Se todas as regras forem respeitadas, não há com o que se preocupar, o resultado será efetivo e a sua depilação estará sempre em dia.

Depilação em pele com acne: restrições e alternativas

Cortes provocados por lâminas aumentam riscos de infecções e cicatrizes que necessitam de cirurgia; laser é o método mais indicado

 

Áreas com feridas não devem ser submetidas a tratamentos de remoção de pelo (Foto: Getty Images)
Quem sofre com acne sabe das dificuldades na hora da depilação. Sem paciência, principalmente os adolescentes, apelam ao método mais rápido para se livrar de dois incômodos provocados pela alteração hormonal nesta idade: as espinhas e os pelos. Isso, claro, sem saber os riscos que enfrentam quando decidem encarar a lâmina. Inflamações, manchas e cicatrizes podem marcar o rosto durante toda a vida. Para evitar complicações, algumas restrições devem ser respeitadas.

Segundo alerta da médica Flávia Ravelli, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia, há algumas advertências na hora de depilar as regiões com acne. Dependendo da gravidade da inflamação, o recomendado é suspender a depilação. Sim, por pior que seja conviver com uma barba cheia de falhas, o mais indicado é não maltratar a pele. “As áreas com muitas lesões ou feridas não devem ser submetidas a tratamentos de remoção de pelo, com lâmina, cera ou laser”.

Uma orientação ignorada pelo estudante Rafael Medeiros, que aos 15 anos começou a passar a lâmina no rosto cheio de espinhas. Agora, com 17 anos, ele se submete a tratamento para eliminar manchas e cicatrizes da face. “É uma idade difícil de controlar. Na ansiedade se livrar das espinhas, ele acabava cortando demais o rosto. Agora, temos de ter calma para tentar reverter a situação”, conta a mãe, Cícera dos Santos Medeiros.

A impaciência para tratar a pele com acne na adolescência pode gerar sérios problemas na vida adulta. Além das cicatrizes, muitas vezes formando as chamadas queloides (lesões salientes e avermelhadas), e das manchas escuras e difíceis de tratar, passar a lâmina na região com espinhas ou foliculite (inflamação do folículo capilar) pode provocar feridas abertas que infeccionam facilmente, abrindo caminho para várias doenças.

“A pele infeccionada pode gerar abscessos (acumulo de pus causado por infecção bacteriana) e celulite (infecção muito grave da gordura da pele) que, em alguns casos, necessitam de tratamento cirúrgico”, reforça a dermatologista.

Cirurgia ainda não é o caso do adolescente Rafael que está tratando a pele com produtos manipulados e suspendeu o uso da lâmina temporariamente. Tudo para evitar as feridas abertas que, segundo a médica, “também são porta de entrada para vírus como o herpes e outros fungos”.

O método mais indicado
As pessoas que possuem acne sofrem com a chamada síndrome da oclusão folicular, explica Flávia Ravelli. Segundo a especialista, este tipo de pele apresenta excesso de células mortas ao redor do pelo que dificultam a saída do sebo produzido. “Isso faz com que ele fique retido na pele, inflame e seja colonizado por bactérias, formando a acne”, esclarece.





O método de depilação mais indicado para quem convive com a acne ou foliculite é o laser, que reduz drasticamente a quantidade de pelos no corpo. De acordo com a médica, a ausência dos pelos impede a inflamação da unidade pilo-sebácea (pelo e glândula sebácea).

Mas antes de se submeter ao procedimento é preciso passar por avaliação de um profissional. “Se feito, deve ser orientado e acompanhado por um médico para diagnosticar precocemente e tratar adequadamente as possíveis complicações”, recomenda a dermatologista.

Como tratar a acne
A acne é mais comum no rosto, tronco e dorso, porém, a foliculite, que possui mecanismo de formação semelhantes ao da espinha, também é comum em regiões como muito pelo, como axila, virilha e nádega. O tratamento para ambos os tipos de infecções depende da gravidade.

“No caso da acne não utilizamos sabonetes que controlam a oleosidade, esfoliantes para remover as células mortas que se acumulam ao redor do pelo e agentes que reduzem a secreção sebácea e aumentam a ‘troca da pele’, a renovação celular”, explica a especialista. Há casos específicos que necessitam de substâncias que agem contra a bactéria que infecta o pelo, como antibióticos tanto de uso tópico quanto sistêmico.

Um alerta importante às mulheres com acne grave: “elas podem necessitar de investigação hormonal”, aponta a médica. “Em alguns casos, o uso de contraceptivos orais auxilia no controle da acne”. Independentemente da gravidade ou da área mais afetada pela acne, é importante procurar um profissional para indicar o tratamento mais adequado. Só assim será possível sofrer menos com o processo de depilação.

 

Sete estágios de luto após um término de relacionamento


Sabia que compreender a sua resposta emocional com o término pode te ajudar a se sentir menos sozinha?

Você lutou pra manter o relacionamento a ponto de se consumir e perder seu sono. Você não quer acreditar que tudo está acabando. Você não pode acreditar. Mesmo que o relacionamento fosse horrível, insuportável, às vezes, a ideia de viver sem isso é inaceitável. Ainda assim, está ficando cada vez mais claro que a pessoa não está dando sinais de arrependimento. Então você finalmente começa a pensar que acabou.

O site Psychology Today colocou no papel algumas das etapas que você pode antecipar e superar isso tudo logo, confira só:

1. Desespero por respostas
A vontade de ter notícias é imensa. Você deve entender por que isso aconteceu, talvez além da capacidade de qualquer pessoa para explicar o fim. Você foca em coisas que seu ex disse em várias ocasiões que você se flagra contradizendo a separação, e você se segura a isso agora como se elas fossem um evangelho. No entanto, em algum lugar, você também tem momentos de lucidez. O desespero para dar sentido a algo tão chocante te obriga a debater com seus amigos, família, colegas de trabalho, até mesmo estranhos, sobre o porquê de o relacionamento ter terminado, enquanto você justifica os motivos pelos quais ele deveria continuar.


2. Negação
Não pode ser verdade. Isso não está acontecendo! Você simplesmente não pode ficar sem o seu ex. Ele tem sido o seu mundo, sua vida. Não dá pra aceitar que tudo simplesmente acabou. Você canalizou todas as últimas esperanças para salvar o relacionamento, mesmo às custas do seu bem estar. Você adia a sua necessidade de lamentar o término, porque é muito doloroso enfrentar isso.

3. Negociação
Você está disposta a fazer qualquer coisa para não aceitar que acabou. Você vai ser uma pessoa melhor, uma parceira mais atenta. Tudo o que foi errado, você vai fazer direito. O pensamento de estar sem o seu ex é tão intolerável que você vai fazer a sua própria dor ir embora, ganhando-o de volta, a qualquer custo. Você se apega a qualquer esperança que pode, para se prevenir de perder aquilo que virou quase uma dependência. No entanto, durante esta fase, quando você prometer corrigir todos os seus problemas, você está colocando todo o ônus da reparação, manutenção e sustentação de um relacionamento sobre si mesma. É como se a responsabilidade fosse sua e somente você pudesse fazer tudo funcionar desta vez. Tente o seu melhor durante esta fase para não perder de vista o fato de que ambos os participantes da relação contribuem para seu fim.




4. Relapso
A dor é tão insuportável que você pode realmente ser capaz de convencer o seu ex a tentar novamente. Isso costuma aliviar temporariamente a agonia da perda. No entanto, apesar de seus melhores esforços, você não será capaz de levar o relacionamento sozinha nas costas.

5. Raiva
Inicialmente, você pode não ser capaz de se conectar com os sentimentos de raiva. O medo, a essa altura, supera a raiva. Portanto, quando a raiva vem junto, é porque você deixou um pouco o seu medo, pelo menos temporariamente. A boa notícia é que a sua raiva, não importa onde ela seja direcionada, é destinada a capacitá-la, se você optar por vê-la dessa forma. Quando a raiva se torna acessível a você, ela pode fornecer direção e criar uma sensação de vitalidade num mundo que se tornou amortecido pela perda.


6. Aceitação provisória
Este é o tipo de aceitação que, quando acontece no início do processo, pode parecer mais como sinal de rendição.

7. Esperança
Vocês foram abalados pelo rompimento e tiveram dificuldade de se desapegar, em parte porque o seu relacionamento terminou com esperança. Você pode ter a crença de que você pode, sozinha, se salvar de um relacionamento e ter a possibilidade de ficar bem sem o seu ex.

Essas fases acontecem em qualquer tipo de perda, inclusive os términos de relacionamentos. O importante é sempre manter a mente tranquila e saber que no final, tudo dá certo.

segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

Limpeza de pele: o tratamento que extermina cravos e milium

Ao contrário do que muitos pensam, procedimento é contraindicado para remover espinhas

 

A limpeza de pele é um procedimento estético, realizado em consultórios ou clínicas de estética, que tem como objetivo remover cravos e impurezas da pele. A limpeza de pele também remove o milium, que são pequenos cistos salientes causados pelo acúmulo de óleo e pele nos poros.

Indicações da limpeza de pele

Limpeza de pele - foto: Getty Images
Limpeza de pele
A limpeza de pele é indicada, principalmente, para remoção de cravos abertos (pontos pretos) ou fechados (pontos brancos) e remoção de miliuns. Serve também para remover as células mortas e manter a pele macia e saudável. Todos os tipos de pele recebem muito bem esse procedimento. A limpeza bem realizada ajuda no equilíbrio das peles seca, normal, oleosa e mista. Além do rosto, é possível realizar o procedimento em qualquer outra parte do corpo, como colo e costas.

Como é feita a limpeza de pele

Assepsia da pele - foto: Getty Images
Assepsia da pele
A grande maioria das limpezas de pele segue um passo a passo com etapas bem definidas, que vão desde a higienização da pele até a aplicação do filtro solar. Em geral, a pessoa irá deita-se em uma maca para realizar a limpeza de pele e usa uma proteção para os olhos, que pode ser o próprio algodão. A sessão dura, em média, uma hora. Conheça todas as etapas do procedimento:

- Assepsia: a pele é higienizada com loções de limpeza desengordurantes, cuja ação varia de acordo com o tipo de pele. O objetivo é remover maquiagem, cosméticos e até mesmo as impurezas decorrentes da poluição e a oleosidade da pele.

- Esfoliação: é feita a aplicação de produtos específicos com efeito abrasivo para promover um afinamento da camada córnea, a camada mais superficial da pele, facilitando a extração de cravos e acnes que não estejam inflamadas."A microesfoliação da pele do rosto, pescoço e colo é feita de forma delicada, com movimentos suaves e circulares", explica a dermatologista Carolina Marçon.

- Extração: Essa é a etapa mais longa da limpeza de pele, e pode durar 30 minutos ou mais, dependendo do estado da pele. Em seguida da esfoliação, a pele é submetida a um vapor com ozônio, que tem como finalidade abrir os poros e dar emoliência para a pele, facilitando a drenagem, sempre manual e cuidadosa dos cravos, espinhas e dos miliuns (bolinhas amareladas com sebo dentro. O tempo de exposição ao vapor com ozônio é de, no máximo, cinco minutos, isso porque, apesar do ozônio ser um gás de excelente efeito bactericida e fungicida, seu excesso pode provocar efeitos tóxicos quando inalado por um tempo prolongado, principalmente em gestantes. Após esse tempo, é aplicado, por mais dez minutos, apenas o vapor de água sobre a pele coberta por uma fina camada de algodão embebido em emoliente

A retirada de cravos e miliuns, deve utilizar técnicas corretas de manipulação.

Os cravos são espremidos com os dedos, mas o profissional nunca aperta a pele diretamente, sempre usa uma gaze médica para fazer a extração. Isso evita machucar a pele e também ajuda a reduzir a dor. Já os miliuns são removidos com a ajuda de uma microagulha, porque é necessário romper a casquinha que recobre o cisto para expelir a bolinha de sebo do seu interior. Durante a limpeza de pele, não é recomendado extrair espinhas, pois isso pode deixar cicatrizes na pele, além de gerar mais inflamação. Além disso, o procedimento não deve ser doloroso. A extração deve ser feita delicadamente e devagar de forma que o paciente sinta-se confortável. "Para pacientes mais sensíveis a dor, pode-se usar anestésico tópico previamente, mas geralmente isso não se faz necessário", explica a dermatologista Carolina Marçon.

Após a extração, é utilizado um aparelho de alta frequência para cicatrizar e atuar como anti-inflamatório sobre os pontos da pele que sofreram microlesões.



- Massagem:
nessa fase será realizada uma massagem com manobras suaves e metódicas com finalidade terapêutica ou estética, que auxiliam na aplicação de substâncias hidratantes e calmantes. Para a diminuição da vermelhidão, comum logo após a limpeza, também podem ser aplicadas compressas com loções calmantes e águas termais.

- Máscaras: é o procedimento de finalização da limpeza de pele e dura de 10 minutos a 20 minutos. A escolha do tipo de máscara depende do tipo de pele. Normalmente opta-se por máscaras calmantes, à base de azuleno, mentol.

- Filtro solar: a aplicação do protetor solar faz parte da última etapa da limpeza de pele. É aplicado em forma de gel ou loção para não obstruir os poros, sempre com fator de proteção igual ou superior a 30 para garantir que a pele está sendo protegida dos efeitos nocivos dos raios solares, como manchas. Como após a limpeza, a pele estará sensível isso também evitará queimaduras.

Preste atenção:

 "Os produtos utilizados durante a limpeza de pele devem ser de boa procedência, sejam nacionais ou importados, e estar dentro do prazo de validade para que não haja risco de provocar alergias e irritações", recomenda a dermatologista Carolina Marçon, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia. "Produtos manipulados e à base de ácidos ou produtos tópicos com componentes hormonais só podem ser usados com a orientação e supervisão de um médico dermatologista".

Periodicidade da limpeza de pele

O tempo entre uma limpeza e outra vai depender muito do tipo de pele de cada paciente. Peles normais à secas podem repetir a limpeza a cada dois meses. Já a pele mista a oleosa e com presença de cravos exige um cuidado maior, o ideal é fazer uma limpeza de pele por mês e utilizar produtos cosméticos adequados para cada caso. Indivíduos com um grau de acne muito intenso, devem sempre ter a orientação de um dermatologista para um melhor resultado.

Contraindicações da limpeza de pele

Cravos - foto: Getty Images
Cravos
Ao contrário do que muitos pensam, a limpeza é contraindicada para remover espinhas, pois pode deixar cicatrizes, além de gerar mais inflamação e agravar o quadro de acne. A limpeza de pele não é recomendada para peles muito sensíveis, aquelas que ficam vermelhas com facilidade, que sob o sol fazem rubor; as com muita descamação, e que costumam desenvolver alergias e irritações com facilidade. Além das peles com muita espinha.

Também não é recomendado fazer a limpeza em pele bronzeada. Após a exposição prolongada ao sol, a melanina (substância responsável pelo escurecimento da pele) está em plena atividade. Portanto, o contato com alguma substância mais agressiva pode provocar o aparecimento de manchas que vão ficar ainda mais evidentes quando o bronzeado sumir. Cosméticos que tenham ácidos na composição também estão proibidos nesse período. A pele está sensível demais e eles podem causar manchas.  

Cuidados após a limpeza de pele

A pele demora cerca de 48 horas para se recuperar após a limpeza de pele. Alguns cuidados devem ser tomados nesse período e também após.

Recuperação da pele

Todos os procedimentos da limpeza, em especial a extração dos cravos, sensibilizam e irritam a pele. A extração de milium pode inclusive formar casquinhas, porque a pele sofrerá microcortes.  

Cuidados nas primeiras 48 horas

Cuidados com a pele - foto: Getty Images
Cuidados com a pele
Produtos à base de ácidos e despigmentantes ou produtos tópicos com componentes hormonais devem ser receitados somente por médicos e o paciente deve ser orientado quanto ao uso. Está indicado o uso de produtos com propriedades calmantes, como a água termal, e cicatrizantes nos primeiros dois dias após o procedimento. A maquiagem também pode ser utilizada nesse período.

Cuidados diários

Os cuidados diários são essenciais para uma pele bonita e para uma boa manutenção dos resultados da limpeza. "O kit básico de cuidados é composto por um bom gel de limpeza, um tônico e hidratante diurno e noturno para prevenir o envelhecimento", recomenda a dermatologista Carolina Marçon. "É interessante utilizar um esfoliante uma a duas vezes por semana para renovar a pele". Mas atenção: o uso de esfoliante está liberado apenas após sete dias da limpeza de pele.

Exposição ao sol

O ideal é ficar 48 horas sem se expor ao sol. Além disso, aplicar filtro solar com, no mínimo, FPS 30, é essencial.

Uso de cosméticos e maquiagem

O uso de ácidos deve ser evitado logo após a limpeza de pele se a pessoa tiver a pele muito sensível e vermelha, para que a irritação não piore. A mesma recomendação vale para os cremes oleosos, que podem obstruir os poros. Maquiagem pode ser utilizada normalmente.

Profissionais que podem realizar a limpeza de pele

Na limpeza da pele com acne, a técnica, o cuidado e a habilidade do esteticista devem ser redobrados e a parceria com o dermatologista é de extrema importância para o êxito do tratamento. "Para efetuar esse procedimento o médico deve conhecer a anatomia e a fisiologia da pele, fazer uma avaliação detalhada para estabelecer o tipo de pele e sua adequação aos cosméticos e princípios ativos a serem utilizados", explica Carolina Marçon. Quanto ao esteticista, é de extrema importância dominar a técnica de extração e reconhecer o que pode e o que deve ser manipulado em relação às lesões da pele e como aplicar os cosméticos. Estabelecidas essas condições, pode-se trabalhar a pele do paciente com a segurança necessária, acabando com o mito de que a limpeza estraga a pele e provoca cicatrizes.

Perguntas frequentes

A dermatologista Mônica Fiszbaum conta que algumas dúvidas já se tornaram cativas no consultório e continuam em pauta entre homens e mulheres que procuram orientação profissional antes de entregar o rosto para ser renovado. Veja quais são elas:

Todo mundo deve fazer limpeza de pele?

Não. Pacientes com a pele cheia de espinhas amareladas devem evitar o procedimento. Nessa situação, a infecção pode se disseminar e o tratamento, em vez de ajudar, vai comprometer a saúde cutânea. Nessas situações, o melhor é fazer um tratamento com o dermatologista, esperar as espinhas sumirem e, aí sim, incluir a limpeza na rotina.

Posso fazer limpeza quando estiver bronzeada?

Não é recomendado. Após a exposição prolongada ao sol, a melanina (substância responsável pelo escurecimento da pele) está em plena atividade. Portanto, o contato com alguma substância mais agressiva pode provocar o aparecimento de manchas que vão ficar ainda mais evidentes quando o bronzeado sumir.

Depois de fazer a limpeza, é permitido tomar sol?

Em excesso, não. Saindo da clínica, fique 48 horas sem se expor ao sol. Além disso, aplique filtro solar. Cosméticos que tenham ácidos na composição também estão proibidos. Nesse período a pele está sensível demais e eles podem causar manchas. A mesma recomendação vale para o cremes oleosos, que podem entupir os poros.

Grávidas podem fazer limpeza de pele?

A não ser que a futura mamãe já tenha o hábito incluído no cotidiano, melhor evitar. Mas a explicação para isso tem fundo emocional: os médicos preferem proteger a paciente de qualquer tratamento que possa causar dores ou estresse.

É possível prevenir cravos?

Evitar os pontinhos pretos que insistem em marcar seu rosto é praticamente impossível, afinal não dá para frear a oleosidade natural da pele e, menos ainda, protegê-lo da poluição, os dois fatores que desencadeiam o surgimentos dos cravos. Mas não é por isso que você precisa passar o tempo todo com o rosto prejudicado. Alguns cuidados caseiros são suficientes para remover os pontinhos ainda que, a longo prazo, não substituam uma limpeza de pele. Tônicos e produtos adstringentes oferecem ótimos resultados, assim como sabonetes de ação profunda. Só tome cuidado para não usar produtos inadequados para o seu tipo de pele. Eles podem ressecar demais o rosto, levando o organismo a produzir ainda mais sebo e, consequentemente, favorecendo o aparecimento dos cravos e até de espinhas. No caso das mulheres, dormir maquiada também é fatal: os cosméticos entopem os poros, e o rosto rapidamente enche-se de pontos pretos.

Peeling ou limpeza de pele?

O peeling é um procedimento que pode ser utilizado para o tratamento de acne e controle da oleosidade da pele, mas é completamente diferente da limpeza de pele. O peeling químico consiste na aplicação tópica de determinadas substâncias químicas capazes de provocar reações que vão desde uma leve descamação até remoção da pele em diferentes graus. Isso significa que haverá descamação e troca da pele. Nestes procedimentos, podem ser utilizados diversos tipos de ácidos de acordo com o resultado que se deseja obter e com a profundidade que se deseja atingir.

O peeling deve ser indicado e realizados pelo médico. Somente o especialista é capaz de escolher o melhor produto na concentração adequada e também dominar os efeitos colaterais que possam estar envolvidos. Mesmo no caso dos peelings superficiais é importante avaliar a capacidade de resposta e a cicatrização da pele, além das relações custo - benefício do procedimento em questão.

 

quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

Clareamento dental pode ser feito em casa ou no consultório

Saiba tudo sobre o clareamento dental; tipos, prós e contras, cuidados especiais, hábitos e serem mudados e outras dica

 

Um dos tratamentos estéticos mais procurados pelos pacientes hoje em dia é o clareamento dental. Esse tratamento pode ser feito de duas formas diferentes: no consultório ou em casa. 

“A diferença básica é a concentração do gel. O de uso caseiro é de 14% a 22% de peróxido de carbamida ou 7,5% a 10% de peróxido de hidrogênio, enquanto o de consultório tem concentração de 37% de peróxido de hidrogênio. O peróxido de hidrogênio nessa concentração deve ser manuseado apenas pelo dentista, pois pode causar irritação e queimaduras se entrar em contato com a pele ou mucosas”, diz Carolina Gonçales, cirurgiã-dentista do Instituto Israelita de Responsabilidade Social Albert Einstein.
Quanto ao tempo de duração de cada tipo de clareamento, a especialista revelou que alguns estudos sugerem que a carbamida, usada no procedimento feito em casa, permanece mais tempo agindo no dente devido a sua reação química de oxidação ser mais longa e, por isso, pode ser considerado um tratamento com resultados mais duradouros. Porém, o ponto mais negativo desta opção é a necessidade de usar a moldeira por mais ou menos três semanas.

Sessões no consultório
Quem opta pelo clareamento no consultório passará por procedimentos que duram, em média, 45 minutos. “Geralmente são indicadas três sessões com intervalos de 24 a 48 horas entre elas. Fazer mais sessões pode gerar muita sensibilidade e também há a questão do limiar. O dente tem um limiar de saturação, isso significa que depois de atingir determinada cor ele não clareia mais e o procedimento passa a ser agressivo, podendo deixar o dente poroso e quebradiço”, diz a especialista. 
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Sensibilidade Inevitável


Segundo a especialista, a sensibilidade dental pode ocorrer durante o tratamento e até 48 horas após o término do clareamento. Isso porque algumas vezes há uma penetração do peróxido de hidrogênio até o tecido do nervo do dente. “Nesse período não há muito o que fazer. O paciente pode tomar analgésicos ou fazer bochecho com fluoreto de sódio 0,5% para aliviar os sintomas”, diz Carolina. 
Mantenha os dentes brancos por mais tempo 
O que ajuda o dente a ficar branco por mais tempo (até para quem nunca fez clareamento na vida) e manter uma alimentação com menos corante. Por isso, é recomendado que o paciente evite o abuso de alimentos e bebidas com muita pigmentação como é o caso do chocolate preto, vinho tinto, molhos vermelhos, refrigerante, café, chá mate e cigarro. 
Repita o procedimento uma vez por ano
Quem já fez o clareamento, gostou e agora quer manter os dentes brancos sempre, pode repeti-lo uma vez por ano. Uma boa opção também é mesclar os dois tipos de procedimento. “Pacientes que desejam dentes claros por mais tempo podem fazer a técnica combinada. Primeiro no consultório e em seguida, o caseiro. Lembrando que clareamento não deixa o dente branco geladeira. Para esse resultado é necessário colocar facetas de porcelanas”, diz Carolina.